Privacidade
Aviso de Privacidade
1. Que informação recolhemos?
Pedimos-lhe informações de identificação pessoal quando solicita uma informação ou um serviço, responde a um inquérito, troca correspondência connosco ou participa em outras actividades que possam existir no nosso site.
É sempre uma escolha sua prosseguir quando lhe pedimos informações pessoais. No entanto, se não quiser fornecer as informações pessoais solicitadas, poderá não conseguir obter certas informações que apenas fornecemos a utilizadores identificados.
Da mesma forma, quando visita os nossos Websites, recolheremos informações conhecidas como “clickstreams” (endereço IP, nome do domínio, etc.). Estas informações, combinadas com os dados que nos facultou, permitem-nos adequar o funcionamento do nosso site para melhor a experiência das suas visitas.
2. Como usamos as informações recolhidas?
Usamos as informações pessoais das seguintes formas:
1. Para lhe fornecer informações sobre os nossos produtos e serviços.
2. Para lhe enviar newsletters, e-mails informativos ou inquéritos;
3. Para nos ajudar a criar conteúdos relevantes para si;
4. Para nos ajudar a criar melhores produtos e serviços;
5. Para lhe permitir efectuar o download de documentos, obter acesso a serviços ou participar noutras actividades que seleccione;
6. Para o ajudar a encontrar rapidamente software, serviços ou informações sobre produtos importantes para si.
Não partilhamos os seus dados com nenhuma empresa ou organização nem os transferimos para fora do Espaço Económico Europeu.
3. Como protegemos os seus dados?
Para garantir a segurança das suas informações pessoais, usamos uma série de medidas de segurança. As suas informações pessoais são guardadas em redes seguras, que apenas podem ser acedidas por um limitado número de pessoas que detêm privilégios de acesso e se comprometem a respeitar e manter a confidencialidade de tais informações.
Não obstante estas medidas, quando faculta informações pessoais na Internet existe sempre um risco de que estas possam ser interceptadas e usadas por terceiros fora do nosso controlo, apesar de todos os nossos esforços em contrário.
4. O que entendemos por dados pessoais? Que princípios aplicamos?
4.1 Recolha e Tratamento de Dados
Por “dados pessoais” entende-se qualquer informação, de qualquer natureza e independentemente do respetivo suporte (incluindo som e imagem), e da forma como é recolhida, relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável.
A ANSEME recolhe e trata os dados pessoais que sejam fornecidos voluntariamente pelo titular dos dados pessoais (Titular) através do preenchimento dos vários formulários existentes no nosso website, presencialmente, por telefone, por correio e por correio eletrónico.
Qualquer informação que o titular forneça por esta via apenas será utilizada para a finalidade descrita e em cumprimento da legislação sobre proteção de dados.
Os dados são armazenados e conservados durante um período de tempo que depende da finalidade para a qual a informação é tratada, e da existência ou não de requisitos legais que obriguem a conservar os dados por um período de tempo mínimo. Quando não exista uma exigência legal específica, os dados serão armazenados e conservados apenas pelo período necessário para as finalidades que motivaram a sua recolha ou o seu posterior tratamento, findo o qual os mesmos serão eliminados.
A ANSEME é responsável pelo tratamento dos dados pessoais recolhidos, bem como, pela elaboração do presente Aviso de Privacidade, que está de acordo com a nossa Política de Privacidade.
4.2 Princípios Gerais Aplicáveis ao Tratamento de Dados
Em termos de princípios gerais relativos ao tratamento de dados pessoais, a ANSEME compromete-se a assegurar que os dados do titular por si tratados são:
• Objeto de um tratamento lícito, leal e transparente em relação ao titular;• Recolhidos para finalidades determinadas, explícitas e legítimas, não sendo tratados posteriormente de uma forma incompatível com essas finalidades;• Adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para as quais são tratados;• Exatos e atualizados sempre que necessário;• Conservados de uma forma que permita a identificação dos titulares dos dados apenas durante o período necessário para as finalidades para as quais são tratados;• Tratados de uma forma que garante a sua segurança, incluindo a proteção contra o seu tratamento não autorizado ou ilícito e contra a sua perda, destruição ou danificação acidental, sendo adotadas as medidas técnicas ou organizativas adequadas.
4.3 Medidas Técnicas, Organizativas e de Segurança Implementadas
Para garantir a segurança dos Dados do titular e a máxima confidencialidade, a ANSEME trata a informação de acordo com as políticas e procedimentos internos de segurança e confidencialidade, os quais são revistos e atualizados periodicamente, de acordo com os termos e condições legalmente previstos.
Em função da natureza, do âmbito, do contexto e das finalidades do tratamento dos dados, bem como dos riscos decorrentes do tratamento para os direitos e liberdades do titular, a ANSEME aplica, tanto no momento de definição dos meios de tratamento, como no momento do próprio tratamaento, as medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas à proteção dos dados do titular e ao cumprimento dos requisitos legais. Compromete-se ainda a assegurar que, por defeito, só sejam tratados os dados que forem necessários para cada finalidade específica do tratamento e que esses dados não sejam disponibilizados sem intervenção humana a um número indeterminado de pessoas.
5. Direitos dos Titulares dos Dados
A todo o tempo, o titular pode exercer os seus direitos de acesso, retificação, limitação de finalidades, portabilidade, apagamento.
Não procedemos a decisões automatizadas nem elaboramos perfis.
Sempre que quiser exercer os seus direitos contacte-nos através de mensagem para o e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
6. Cookies
O nosso site utiliza cookies, pequenos ficheiros de texto contendo informação sobre prévios acessos a este site, que ficam gravados no seu computador e que podem ser posteriormente utilizados quando voltar a aceder a este site. Os cookies destinam-se a melhorar o desempenho do site e a sua experiência como utilizador.
Os cookies no nosso site web podem ser classificados da seguinte forma:
- Cookies próprios: São aqueles que são enviados para o equipamento terminal do utilizador a partir de um equipamento ou domínio gerido pelo próprio editor e a partir do qual se presta o serviço solicitado pelo utilizador.
- Cookies de sessão: Recolhem e guardam dados quando o utilizador acede a uma página web.
- Cookies técnicos: Permitem ao utilizador a navegação através de uma página web, plataforma ou aplicação e a utilização das diferentes opções ou serviços que nelas existam.
- Cookies de análise: Permitem ao responsável dos mesmos, o acompanhamento e análise do comportamento dos utilizadores dos websites aos quais estão vinculados. A informação recolhida através deste tipo de cookies é utilizada na medição da atividade dos websites, aplicação ou plataforma e na elaboração de perfis de navegação dos utilizadores dos referidos sites, aplicações e plataformas, com o objetivo de introduzir melhorias na função de análise dos dados de utilização dos utilizadores do serviço.
Pode navegar neste site desativando a utilização de cookies mas isso resultará na impossibilidade de acesso a algumas das suas áreas e não permitirá toda a experiência de navegação.
Estatutos da ANSEME
Consulte aqui os estatutos da ANSEME
Inscrição de Variedades e Certificação de Sementes
A inscrição de Variedades nos Catálogos e os sistemas de certificação de sementes garantem que as sementes em circulação no mercado têm um potencial genético adequado e que cumprem com os requisitos de qualidade legalmente impostos, defendendo assim os utilizadores de semente.
O CNV [Catálogo Nacional de Variedades] tem, assim, como principais objetivos a salvaguarda das atividades de melhoramento vegetal e a garantia da qualidade do material vegetal disponível para os agricultores.
(in Decreto-Lei n.º 93/2013)
As novas variedades vegetais, para serem comercializadas têm que estar inscritas nos Catálogos de Variedades.
Em Portugal, as variedades são inscritas no Catálogo Nacional de Variedades (CNV), após a conclusão de ensaios DHE e, no caso das variedades de espécies agrícolas, também de ensaios de Valor Agronómico e de Utilização (VAU).
Os ensaios de DHE têm como objetivo assegurar que as variedades são:
- Distintas: que se distinguem de qualquer outra em um ou mais caracteres suscetíveis de serem identificados e descritos com precisão;
- Homogéneas: quando as plantas que compõem a variedade são todas semelhantes nos carateres selecionados para caracterizar a variedade;
- Estáveis: mantêm as suas características após sucessivas multiplicações.
Os Ensaios VAU servem para atestar que a variedade apresenta uma vantagem em termos de produção agrícola e da utilização do produto obtido, quando comparada com variedades testemunha.
Os Sistemas de Certificação de Semente têm como principal objetivo garantir a qualidade da semente [relativamente a taxas de germinação, fitossanidade e isenção de sementes de outras variedades, nomeadamente infestantes] colocada no mercado, aliando a defesa dos interesses dos seus utilizadores, nomeadamente dos agricultores com a sustentabilidade da atividade de melhoramento vegetal e da produção de sementes de qualidade.
(in Decreto-Lei 88/2010)
A certificação começa com a escolha dos campos de multiplicação e implica o isolamento dos mesmos, obrigando também a uma constante limpeza dos equipamentos e inspeções de campo ao longo de todo o processo.
É possível garantir por isso a rastreabilidade deste input agrícola ao longo de todo o seu processo de produção.
Melhoramento de Plantas
Esta é uma história muito recente e ao mesmo tempo muito antiga.
Data do período do Neolítico, quando surgiu a agricultura, há cerca de 10 mil anos atrás. Os homens começaram a selecionar as culturas que queriam propagar, pela sua produtividade e sabor, entre outras características.
Esta Seleção permitiu iniciar um processo de obtenção de alimentos de forma mais segura e rentável e levou à domesticação de algumas espécies, tais como o trigo e a cevada. No entanto, as primeiras empresas de sementes só se começaram a estabelecer na Europa em meados do século XVIII, muitas a partir de cooperativas agrícolas ou de agricultores que se especializaram no melhoramento de plantas e na produção de sementes.
Mas foi a partir de meados do século XIX, com as descobertas de Mendel sobre a heritabilidade genética, que o melhoramento de plantas teve um maior crescimento.
Atualmente este Setor procura responder não só às necessidades da sociedade como também aos desafios colocados pelo aumento populacional e pelas alterações climáticas.
E por isso é que esta atividade que começou há tantos milénios atrás está na origem de um Setor que tem afinal uma história muito curta.
Saiba mais sobre o melhoramento de plantas neste documento publicado pela ESA (European Seed Association), Juntos pelas Sementes!
A qualidade dos produtos obtidos na agricultura depende, em larga medida, da utilização de variedades vegetais adequadas e cujas sementes sejam produzidas de acordo com um sistema de certificação rigoroso e uniformizado […].
(in Decreto-Lei 88/2010)

